P A T A R A T A
Domingo, Abril 18, 2010
Sábado, Abril 17, 2010
Quarta-feira, Março 24, 2010
Sábado, Março 20, 2010
Sábado, Março 13, 2010
Terça-feira, Junho 13, 2006
CENSURA
CENSURA
CENSURA
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Segunda-feira, Junho 12, 2006
UM DOS MISTÉRIOS DE SINTRA...
os gajos no carro parecem bastante naturais... vejam o que acontece...
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Domingo, Junho 04, 2006
Domingo, Maio 28, 2006
Segunda-feira, Abril 03, 2006
"this lager will self destruct in 5 secondes... glu, glu, glu, glu, glu... aahhhh!"
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Sábado, Março 18, 2006
fui vêr a naifa, apareceu tímida e envergonhada. mas cedo colheu a atenção de todos com aquela voz tão portuguesa.
no decorrer do concerto o publico não desiludiu, pelo contrário, foi mesmo muito receptivo e ninguém saiu de lá com frio nas mãos. em palco mitó foi a rainha e rei ao mesmo tempo, governou á vontade, apareceu mais madura e segura das suas capacidades, com uma presença
forte e um sorriso encantador. varatojo e aguardela envolviam-na com suas sonoridades...
Quando os nossos corpos se separaram
"quando os nossos corpos se separaram olhamo-nos quase a desejar ser felizes. vesti-me devagar, mas o corpo a ser ridículo. disse espero que encontres um homem que te ame, e ambos baixamos o olhar por sabermos que esse homem não existe. despedimo-nos. tu ficaste para sempre deitada na cama e nua, eu saí na noite. olhamo-nos pela última vez e despedimo-nos sem sequer nos conhecermos."
José Luís Peixoto
ps: volta vasco, tas perdoado!
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Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006
Andam a substituir os verdes em Braga. Aqueles verdes redondinhos, com um boneco estilizado a deitar o papel no lixo e que têm escrito “papeis”. Estão normalmente pregados aos postes de iluminação, ou a qualquer outro objecto vertical, muitas vezes a um poste independente saído do chão. É certo que os verdes já são antigos, são politicamente incorrectos pois hoje em dia os papeis vão para o ecoponto azul, e os novos já não são daquele plástico manhoso que derretia com qualquer porísca de cigarro, mas são os verdes originais. Todos os verdes do país, mesmo os verdes que não eram verdes, chamavam-se verdes porque os verdes originais eram verdes. E os novos verdes não são verdes. Como muitos verdes antigos não o eram, há por todo o país verdes de todas as cores, laranjas, cinzentos, azuis, pretos ou até brancos. Mas estes estão a substituir os verdes verdadeiros, os originais. Só por isso deviam ser verdes. São de um cinzento mesclado com aquela cor nublada de quando está para chover mas não chove. Tiram cor à cidade. E como eles não abundam, dantes viam-se ao longe: “olha tens ali um verde ao fundo da avenida”. E lá ia o transeunte até ao fundo da avenida para deitar o papel no verde. Agora confundem-se com a paisagem. Vai haver muito mais lixo no chão. Os verdes deviam ser verdes e ponto final. Ou então faziam um museu do verde. Acho que vou gamar um!
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Domingo, Janeiro 22, 2006
Quarta-feira, Novembro 23, 2005





